
O presidente da Associação das Empresas da Avenida Leitão da Silva e Imediações, Wellington Gonçalves, afirmou que o trecho já teve mais de 120 estabelecimentos comerciais, mas ao longo do período de obras, cerca de 40 pontos fecharam.
“Fomos duplamente prejudicados, pela crise econômica e também pelas obras, que se arrastaram por muito além do previsto. Agora já estamos vendo uma retomada do interesse na área. Nos últimos 60 dias, quatro estabelecimentos abriram no local”, contou.
Entre os novos pontos comerciais que foram abertos recentemente, ele citou dois restaurantes e uma loja de móveis.
“Também já temos confirmado na região um centro médico, com mais de 48 mil metros quadrados (em frente ao supermercado Carone). Onde ficava a Fercon também deve dar lugar a um laboratório de análises clínicas. Há perspectiva de uma farmácia também, fazendo daquela região uma área bem segmentada”, reforçou Wellington.
Os comerciantes Paulo Frizera e Bruno Denarde, da Viferro, que está há 36 anos na Leitão da Silva, reforçaram que ficaram satisfeitos pela liberação da via, há muito tempo esperada.
No entanto, eles ainda esperam outros pontos a serem solucionados. “Ainda precisamos resolver a questão da carga e descarga dos comerciantes e das vagas de estacionamento. Isso ainda não foi resolvido com a prefeitura, e são alguns pontos que precisam ser definidos para que a gente realmente tenha uma melhora para o comércio da região”, frisou Bruno.
Wellington também ressaltou a necessidade de regulamentar a questão da carga e descarga e estacionamentos. “Uma das sugestões que estamos em conversa é que a carga e descarga possa ser feita das 9h às 11h na faixa da direita”.
O MedSênior confirmou que a avenida Leitão da Silva vai ganhar um hospital, que está em fase de construção, mas ainda sem previsão de inauguração.