
Integrantes da Corregedoria da Polícia Civil estiveram na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na tarde de terça-feira (19), onde foram recebidos pelo delegado Janderson Lube, da Delegacia Especializada em Homicídio Contra a Mulher (DHPM), e pelo titular da DHPP, delegado José Lopes.
A Polícia Civil não informou o motivo de membros da Corregedoria estarem com os delegados, frisando apenas que as investigações continuam em sigilo.

Paralelo a isso, o marido da médica Milena Gottardi Tonini Frasson, 38, o policial civil Hilário Frasson, que estava se separando da vítima, segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), segue com seu trabalho na instituição. A arma dele foi recolhida no dia do crime, segundo disse o secretário André Garcia na última semana. O celular dele também foi apreendido.
O advogado Hiran Luis da Silva, que representa a família de Hilário Frasson, afirmou que o policial não possui nenhuma acusação formal e foi ouvido apenas como declarante no inquérito.
Também garantiu que ele não responde a nada na Corregedoria e que ele continua atuando na assessoria técnica jurídica, dentro da Chefatura de Polícia, em Vitória.
“Não tive acesso completo ao inquérito, como os depoimentos das duas pessoas que estão presas, mas devo buscar isso amanhã (quarta-feira, 20).”