O titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), José Lopes, disse que o padrasto reconheceu como sendo de Thayna Andressa de Jesus Prado, de 12 anos, uma roupa que foi encontrada próximo à ossada localizada na manhã desta sexta-feira (10), em uma lagoa de Viana.
Segundo o delegado, a mãe da menina insistiu para olhar a ossada no Departamento Médico Legal de Vitória. “A mãe quis ver. Fomos eu, o padrasto e a mãe. A mãe entrou, olhou a primeira veste e disse que não era da filha. Na outra mesa, havia outras vestes. Quando o padrasto olhou para a mesa, ele falou: ‘É’. Era um vestido. Nessa hora a mãe caiu, passou mal e não viu. O padrasto diz que é, ela não viu. DML é complicado. Ela teve uma crise”, contou José Lopes.
Ainda de acordo com o delegado, a identificação só será possível através do exame de DNA. “Oficialmente, a gente não sabe. Tem que comparar o DNA da mãe com o da ossada para saber se é ou não. A gente pegou a escova de cabelo e a escova de dente da Thayna ontem em diligência. Mas isso não é tão eficiente como a amostra de DNA da mãe.
