Com o mercado de trabalho cada vez mais disputado, por conta da grande procura por emprego, empresas têm sido criteriosas e procurado mais profissionais de nível superior.
No Estado há mais de 600 vagas de emprego para graduados ou para quem está prestes a se formar. A maioria é para contratação imediata. Em outros, o processo de seleção está em andamento, mas o início do trabalho se dará em 2018.
O CEO da Heach Brasil, Estados Unidos e América Latina, Elcio Paulo Teixeira, disse que em oito, de cada 10 vagas que ele tem em aberto, o cliente exige graduação.
No momento, a Heach está com processo seletivo aberto para 29 vagas para quem tem nível superior. Uma delas é para CEO diretor empresa área médica, na capital, cujo salário é de R$ 17 mil.
“A exigência pela graduação às vezes acontece para uma vaga simples porque o ensino médio virou praticamente o ensino fundamental. Então, ter uma graduação acaba sendo fator decisivo.”
Mas ele salientou que, em muitos casos, a graduação não basta. “A concorrência está tão alta que o nível de graduação, por si só, já não é nem suficiente. As exigências são por especializações. Com o mercado cada vez mais globalizado, o domínio do idioma, sobretudo o inglês, acaba sendo determinante.”
A Prime Hyundai, na Serra, está com processo seletivo aberto para preencher uma vaga no cargo de chefe de oficina de automóvel. É exigido curso superior em Administração ou Engenharia Mecânica.

A gestora de RH da empresa, Carolina Leal, enfatizou que, junto à bagagem acadêmica, são avaliadas as competências do profissional, entre as quais a orientação para resultado e habilidades de relacionamento com os stakholders (público estratégico).
Graduado em Administração, Raphael Yugo, de 27 anos, foi contratado pela empresa há cerca de três meses, na função de consultor técnico.
A reportagem completa você confere na edição desta quarta-feira (25) do jornal A Tribuna.
Reportagem: Eliane Proscholdt e Francine Spinassé