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Cinco oficiais da PM respondem a processos que podem levar a demissões

Durante a greve, policiais militares e familiares permaneceram na frente dos batalhões impedindo saída e entrada de viaturas. Foto: Rodrigo ...

Cinco oficiais da PM respondem a processos que podem levar a demissões
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Greve da PM Durante a greve, policiais militares e familiares permaneceram na frente dos batalhões impedindo saída e entrada de viaturas. Foto: Rodrigo Gavini/Arquivo AT

Cinco oficiais da Polícia Militar respondem ao conselho de justificação, processo administrativo da corporação que pode levar à demissão deles. Essas ações estão abertas por conta da greve dos militares, que ocorreu durante 22 dias de fevereiro.

De acordo com a PM, estão respondendo a essas ações o tenente-coronel Quintino, tenente-coronel Foresti, major Dutra, capitão Assumção e capitão Evandro.

O corregedor da Polícia Militar, coronel Reinaldo Brezinski, explicou que as situações são aplicadas tanto para PMs que estão na ativa como na reserva. O processo administrativo visa apurar a prática de transgressão da disciplina.

“A nossa função é apurar crimes militares e transgressão da disciplina com a participação de policiais militares. Essa é a nossa função primordial. São vários processos”, destacou o coronel Brezinski.

Ainda na esfera administrativa, que pode acarretar em demissões, são três processos de conselho de disciplina, para praças com mais de 10 anos, e 14 de processos administrativos disciplinar de rito ordinário (PAD-RO), para praças com menos de uma década de serviço público. Desses 14, três deles surtiram em 11 demissões – uma dela foi deserção.

Quanto ao Inquérito Policial Militar (IPM), que serve para investigar a existência de algum tipo de crime militar, há 74 processos abertos, sendo que 26 são coletivos e outros 48 são individuais. Para Brezinski, a intenção é que haja a apuração singular de cada situação.

O corregedor ainda pontuou que a conduta do ex-comandante geral da PM, coronel Edmilson dos Santos, já está sendo analisada pela Corregedoria. Em uma entrevista para um site de Marataízes, o oficial da reserva fez menções ao movimento paredista, de uma suposta ajuda para os grevistas.

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