
De acordo com um dos criadores do mecanismo, Renato Rodrigues, a ideia surgiu depois de ele perder por alguns momentos o filho enquanto estavam na praia.
“No meio daquela multidão, nós acabamos o perdendo por alguns segundos e foi um desespero. Acabamos encontrando com uma senhora próximo a uma barraca, onde também estavam outras três crianças pequenas, todas perdidas. Decidi pensar em como a tecnologia poderia evitar essa sensação de insegurança”, explicou.
O equipamento é desenvolvido e testado desde 2016 e, a princípio, deverá ser comercializado por R$ 200. O alcance da pulseira é de até 70 metros e os pais ou responsáveis podem programar a que distância de afastamento o telefone deverá emitir um sinal sonoro.
A psicóloga Elizângela Pereira disse que o diálogo com os filhos deve ser preterido ao uso de tecnologias, mas admitiu os pontos positivos do equipamento.