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Vitória lidera candidaturas

A Grande Vitória concentra a maior quantidade de candidatos nesta eleição. São 453 pleiteantes na região metropolitana contra 350 das demais ...

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A Grande Vitória concentra a maior quantidade de candidatos nesta eleição. São 453 pleiteantes na região metropolitana contra 350 das demais localidades do Espírito Santo.

Liderando o ranking está a capital, com 165 nomes. Vale destacar que o município de Vitória não é o maior colégio eleitoral do Espírito Santo – perde para Vila Velha e Serra – e conta com 250 mil eleitores. Ou seja, nesta eleição é um dos locais mais concorridos.

Em segundo lugar, nos dados da Justiça Eleitoral, aparece Vila Velha com 122 candidatos; Serra com 92; e Cariacica, 74.

Chama atenção, porém, 11 municípios onde apenas uma pessoa com domicílio eleitoral decidiu concorrer nesta eleição. São eles: Fundão, Vargem Alta, Ponto Belo, Itaguaçu, Montanha, Água Doce do Norte, Itarana, Laranja da Terra, Jerônimo Monteiro, Pancas e Ibitirima.

Dificuldade de projeção

Para o cientista político Mauro Paiva, é curioso o fato de Vitória ter mais que o dobro de candidaturas que Cariacica. Isso se deve ao fato de ser a capital. Sobre as 11 cidades com um candidato, pontua que, muitas vezes, os municípios já têm uma liderança consolidada, o que dificulta novos nomes, e que há obstáculos quanto a se projetar em âmbito estadual.

Sem rótulos

Ao ser questionada se seria uma candidata governista, a senadora Rose de Freitas, candidata ao Palácio Anchieta pelo partido Podemos, afirmou:

“Não quero ter o rótulo nem de oposição nem de situação. Sempre levei minha vida política com independência e autonomia, por isso fui eleita senadora”, enfatizou.

Sapatos reforçados  (Foto: Léo Rangel)

Antes de começar a campanha eleitoral, o vice-governador César Colnago (PSDB), candidato a deputado federal, mandou reformar cinco sapatos. “Precisavam reforçar o solado porque são sapatos de outras campanhas. Sou econômico. Deve ter sapato até de 2010”, conta.

Largada adiada para setembro

Com a falta de recursos e o fim das doações de empresas para campanhas, muitos candidatos estão adiando entrar de cabeça na busca por votos.

“Está muito morno para todo mundo. No meu caso, estou fazendo gradativamente. A partir de setembro que será para valer. Não há quase nada na rua, só lançamento de campanhas”, pontua Amaro Neto (PRB), candidato a deputado federal.

“Segurança tem de ser uma discussão profunda”

Atual secretário da Segurança do Estado e com 31 anos na Polícia Militar, Nylton Rodrigues comentou sobre as discussões e propostas para a área nesta eleição. “Segurança Pública é um tema muito sério e tem que ser tratado com verdade e com prioridade. Tem de ser uma discussão profunda e não superficial. Tratar das causas que geram a violência e as condicionantes, como a desestruturação da família, impunidade, lei de armas e drogas”, lista.

GALERIA
Plano de ação

Na busca por voltar à Assembleia, o professor Roberto Carlos (Rede) está elaborando um plano de ação legislativa. Para isso, adaptou propostas do seu plano de governo, elaborado em 2014, quando concorreu ao Palácio Anchieta pelo PT.

Pressão nelas

Muitos partidos estão preocupados com a desistência de candidatos, principalmente mulheres. Chegam a pressionar que mantenham o nome na disputa. Afinal, pela lei, se uma delas sair, três homens também precisam deixar a chapa.

Dois lançamentos

O candidato a deputado federal Josias da Vitória (PPS) lançará sua candidatura duas vezes. Hoje, em Colatina e em Vitória, em setembro. Ele busca liderar na coligação e quer votos do interior e da Grande Vitória.

Aniversariante
A candidata do PT ao governo, Jacqueline Rocha, faz aniversário hoje. Ela completa 35 anos.

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