A Coordenadoria de Defesa Civil de Afonso Cláudio informou que aguarda os laudos da Polícia Técnica e do Corpo de Bombeiros, que devem sair em até 10 dias, para identificar os responsáveis pela queda do barranco que matou o diarista Maximino Côco, 57.
O acidente aconteceu por volta das 16h de segunda-feira, no bairro Campo 21. A vítima morreu soterrada depois que parte do barranco, de aproximadamente seis metros, caiu sobre ele e outros dois colegas de trabalho, identificados como Emílio Peter, 64, e José Maria Rangel Paranhos, 46. Ambos sobreviveram.
A Prefeitura emitiu nota na qual afirma que o proprietário do imóvel havia solicitado apenas dispensa de licenciamento para escavar a terra nas laterais, mas acabou realizando uma obra irregular. O local foi interditadao e embargado pela Secretaria de Meio Ambiente, que analisa a lei para emitir multa.
