
Ele contou que viajou para Niterói e estava se preparando para ir até o aeroporto no Rio de Janeiro e voltar para o Espírito Santo. Ele parou no banco para sacar. “Vi um homem saindo resmungando e já fiquei atento. Quando entrei no banco tinham três caixas eletrônicos e o golpista e a menina. Eles ficavam falando que dois dos caixas não estavam funcionando. Logo só tinha um para uso”.
O radialista passou a desconfiar da situação, principalmente pois ele dizia que os dois não deixavam ter acesso aos outros caixas. “Eu desconfiei e comecei a mexer na máquina para ver se poderia ter chupa-cabra. Vi que ele começou a ficar nervoso, preocupado. Eu puxei na parte de sacar e consegui puxar parte do chupa-cabra”.
Ele afirmou que em seguida disse que iria solicitar um motorista por aplicativo para poder ir a um bairro vizinha para sacar, A lcântara. “Ele começou a dizer para eu não ir, pois o bairro lá era muito perigoso. Cheio de assaltos. Mas eu fui. Ele usa essa criança para dar mais credibilidade a ação dele”, relatou o radialista trouxe a peça quebrada para o Espírito Santo.