Escolas de samba, blocos e marchinhas prometem animar o Carnaval oficial de Guarapari. No sábado de Carnaval, nove blocos vão desfilar na avenida Joaquim da Silva Lima, no Centro. Paralelo aos desfiles, na Praia do Morro, haverá o tradicional Carnaval de marchinhas.
No primeiro dia dos desfiles, a programação começa a partir das 20 horas, e cada bloco tem até uma hora para entrar e sair da avenida. O tradicional bloco das Misses abre a folia e na sequência entram os blocos do Sururu, Rama, Olaria 2000, Funil e Papadéfus.
No domingo, apenas os blocos Central e Amigos da Fonte desfilam, pois, a partir das 21h30, as escolas de samba Acadêmicos de JK e Juventude de Muquiçaba entram na avenida com várias alas e carros alegóricos.
Já na segunda-feira (5), os blocos Olaria 2000, Sururu e Funil desfilam antes da última escola de samba, a Mocidade Alegre de Olaria, que entra na avenida às 22h30.
E no último dia de folia, terça-feira, às 17 horas, haverá desfile do bloco infantil Papinha, e após as 20 horas, desfile dos blocos das Misses, Central, Amigos da Fonte, Rama e Papadéfus.
Quem promete fazer bonito na avenida são as rainhas das escolas de samba, a universitária Cinthia Scarpat, 21anos, da Acadêmicos de JK; a comerciante Juliane Sezini, 27 anos, da Juventude de Muquiçaba; e a auxiliar administrativo Liliam Santos, 37 anos, da Mocidade Alegre de Olaria.
JUSTIÇA
Na última segunda-feira (29), uma das empresas interessadas na promoção e organização do Carnaval de rua do município entrou com um mandado de segurança pedindo a suspensão do pregão presencial da Prefeitura de Guarapari, que está marcado para hoje, às 9 horas, o que poderia comprometer o Carnaval oficial do município.
A empresa alega que se viu obrigada a acionar a Justiça, por meio de Mandado de Segurança, para garantir acesso ao Edital do Pregão Presencial de contratação para realização do Carnaval de rua, por ter tentado durante cinco dias úteis receber o edital do município, sem sucesso.
No entanto, o juiz da Vara da Fazenda Pública Estadual, Municipal, Registros Públicos julgou a ação improcedente.
O prefeito de Guarapari Edson Magalhães afirmou que a decisão judicial constatou que o processo feito pelo município foi dentro da legalidade.
