
Com isso, Jungmann deixa o Ministério da Defesa. Em seu lugar, assume o general Joaquim Silva e Luna, que já foi chefe do Estado-Maior do Exército e será o primeiro militar a chefiar a pasta.
O novo ministério vai concentrar as ações federais em segurança e suas forças, como a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal. A nova pasta integra o pacote do governo para reforçar a segurança pública, que teve como primeira ação a intervenção federal no Rio de Janeiro.
A criação da nova pasta foi antecipada pelo presidente Temer na sexta-feira (23). Na ocasião, o presidente explicou que o ministério vai coordenar as ações de segurança pública em todo o país. “Esse ministério vai fazer reuniões permanentes com governadores e secretários de segurança”, disse em entrevista ao vivo à Rádio Bandeirantes. E completou: “Esse ministério vai coordenar a área de inteligência, porque também não basta colocar policial na rua com fuzil, precisa desbaratar o crime organizado”, afirmou.
Ao falar sobre a questão financeira, Temer disse que a nova pasta pode implicar mais gastos para administração pública, mas isso se justifica pela importância do trabalho a ser feito na área da segurança.