Os louvores são os mesmos de outras igrejas evangélicas e a mensagem expressa nas palavras do pastor também. Há fervor nas orações, músicos, altar e bandeiras.
O ambiente é semelhante, mas a diferença é que essa igreja descrita fica dentro de um presídio e é conhecida como a “igreja dos presos”.
Segundo o pastor Pedro Gusmão, da Assembleia de Deus Ministério Quem Se Importa, a igreja dos presos já conta com 50 pastores e até cultos com exorcismo.
“Muitas vezes a gente está orando e um dos presos, que alguém fez alguma obra maligna, na hora, perde as forças nas pernas. A gente ora e Jesus liberta”, afirmou.
A reportagem completa você lê na edição desta segunda-feira (5) do jornal A Tribuna.
