
A dona de casa começou a apresentar sintomas há cerca de uma semana, como mal estar, dores no corpo, tosse seca e coriza. Cinco dias depois, a tosse reduziu mas ela passou a apresentar secreções, que dificultaram a capacidade de respirar.
Segundo os médicos que a atenderam, o quadro apresentado levantava a suspeita de vírus H1N1, pneumonia ou edema agudo de pulmão.
Um laudo médico disponiblizado para a família apontava que o estado de saúde de Aurinete era gravíssimo, “necessitando de cuidados em unidade de terapia intensiva e isolamento respiratório”. O laudo foi preparado para que a paciente fosse transferida para São Mateus, onde já havia vaga reservada para ela.
Outro caso suspeito
A Secretaria de Saúde da Serra está investigando o caso. Em março deste ano, uma outra morte suspeita de H1N1 foi registrada também na Serra. Edevaldo Santos de Almeida, de 35 anos, apresentou sintomas semelhantes aos provocados pelo vírus. O velório de Edvaldo foi realizado com o caixão fechado, para evitar riscos de contaminação. O exame realizado no corpo, no entanto, descartou a morte pelo vírus.