
O vídeo enviado parecia ser de uma entrevista da prefeita, mas, ao abrí-lo, o “gemidão” começava a tocar. O usuário foi processado e teve que gravar um vídeo se desculpando.
“Quero aqui me retratar da postagem ofensiva que fiz a prefeita Regina, pedindo as minhas mais sinceras desculpas e me comprometendo a respeitá-la”, dizia.
Ainda por decisão do juiz, o áudio teve que ser publicado no mesmo grupo.
Em entrevista, a prefeita explicou que entrou com a ação afirmando ter sido “atingida enquanto pessoa”. “É preciso que as pessoas entendam que é possível fazer críticas com respeito, sem expor, sem ridicularizar. E aqueles que se sentem atingidos devem recorrer à Justiça”, disse.
Judicialização
Este não é o primeiro caso de judicialização do “gemidão do zap”. Em Natal, no Rio Grande do Norte, um entregador de famácia foi demitido pelo envio do áudio.
Já no Rio de Janeiro, o “gemidão” apareceu em meio a uma audiência contra o ex-governador Sérgio Cabral. O caso, claro, foi alvo de risos dos presentes.