A principal linha de investigação da morte dos irmãos Joaquim Alves Salles, de 3 anos, e Kauã Salles Butkovsky, de 6 anos, carbonizados em incêndio no quarto onde dormiam, em Linhares, no Norte do Estado, leva a Polícia Civil a afirmar que há evidências de homicídio no imóvel onde estavam as duas crianças.
A informação de que poderia ter havido um crime no local da tragédia partiu de uma fonte ligada à equipe de investigadores que vem apurando o fato.
O incêndio aconteceu na madrugada do último dia 21. Além das duas crianças, estava em casa o pastor evangélico da Igreja Batista Vida e Paz Georgeval Alves Gonçalves, de 36 anos, conhecido como pastor George. Ele é pai de Joaquim e padrasto de Kauã.
O pastor foi preso na manhã de sábado (28), em Linhares, quando dormia em um hotel da cidade. Ele foi levado para o Centro de Detenção Provisória de Viana II, acusado de atrapalhar as investigações policiais com controvérsias nos depoimentos, além de ter modificado a cena dentro da casa, retirando objetos do local, segundo a polícia.
“A desconfiança, dentro de uma linha de investigação, é de que teve um homicídio praticado por ele (George) e que toda a cena foi montada, numa visão da polícia, que vem buscando conseguir provar esses fatos. Por isso, estamos focados em informações dentro deste contexto”, declarou a fonte policial, que pediu para não ser identificada.
A reportagem completa você lê na edição desta segunda-feira (30) do jornal A Tribuna.
