A defesa do pastor George Alves informou que não teve acesso à integralidade do processo e que está tentando obter as informações noticiadas na coletiva de imprensa realizada na manhã desta quarta-feira (23) antes de se pronunciar.
“Após a coletiva, ficou claro pra defesa que havia informações que não estavam no inquérito, mas que já existiam e não tivemos acesso. Vamos pedir a corregedoria que nos permita acesso integral ao inquérito”, disse o advogado Helbert Gonçalves de Souza.
Na coletiva desta manhã, a polícia disse que tem segurança para afirmar que George estuprou, agrediu e matou o filho Joaquim Alves Salles, de 3 anos, e o enteado Kauã Salles, de 6.
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