
A publicitária Raysa Butkovsky, 24, tia de Kauã, desabafou: “Estamos muito confusos, nos preparando para tudo o que vier”.
Desde o dia do fato, já foram realizados sucessivos exames periciais nos corpos das crianças, mas ainda sem laudos conclusivos. E, apesar do período nebuloso pelo qual a família passa, a publicitária diz que parte dela prefere afastar a possibilidade de crime. “Tem 1% meu que não quer acreditar que houve algo assim (homicídio). Vamos acompanhar o caso até o final”.
No restaurante da família, a tia de Kauã conta que várias pessoas vêm abordá-los: “Gente apontando o que o pastor fez. Gente que o defende”.
As manifestações de solidariedade chegaram ao pai de Kauã, o comerciante Rainy Butkovsky, 31. Segundo ele, já recebeu cerca de 500 solicitações de amizade no Facebook. “Mas o que fica é o sentimento de pai. Sei que as notícias que virão serão das piores. Vamos aguardar. Todos estão sofrendo muito”.