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Polícia

Tribuna Notícias 1ª Edição na íntegra – 05/05/2018

Os advogados da pastora Juliana Salles, mãe de Joaquim Alves Salles, de 3 anos, e Kauã Salles Butkovsky, de 6, que morreram carbonizados no dia 21 de ...

Última atualização

Os advogados da pastora Juliana Salles, mãe de Joaquim Alves Salles, de 3 anos, e Kauã Salles Butkovsky, de 6, que morreram carbonizados no dia 21 de abril em Linhares, no Norte do Estado, afirmaram que vão tomar as devidas providências contra as pessoas que estão a ameaçando nas redes sociais. 

“Nós já estamos tomando as devidas providências sobre isso. Ameaçar alguém é algo bem grave”, alertou a advogada Taycê Aksacki, que também faz a defesa do pastor George Alves, preso na manhã do dia 28 de abril suspeito de atrapalhar as investigações da polícia.

O caso

A defesa do Pastor Georgeval Alves Gonçalves, o pastor George de 36 anos, preso no último dia 28 de abril, por alterar a cena do incêndio e por atrapalhar as investigações, contou na tarde de ontem a nossa reportagem, que o pedido de uma nova perícia na residência onde ocorreu a tragédia, desta vez feita por peritos e especialistas de fora do Estado, foi protocolada. O requerimento foi entregue ainda na tarde da última sexta-feira, segundo os advogados. 

A advogada Taycê Aksacki, uma das responsáveis pela defesa do pastor, disse que foram protocolados quatro requerimentos e um deles, foi o pedido da perícia. “Nós protocolamos quatro requerimentos ontem (sexta-feira). Um deles, é de fato, uma nova perícia. Um perito engenheiro veio de Minas Gerais para realização desse trabalho, porém, é necessário que o imóvel seja liberado pelas autoridades, ainda sem um prazo determinado. Os outros três requerimentos,  nós preferimos não comentar.”, disse a advogada. 

De acordo com a advogada, até o momento não há evidências concretas da autoria de qualquer crime por parte do pastor. “Até que se comprove algo, não existe nada contra ele”, afirma. 

Taycê contou ainda que na junta de advogados que está atuando na defesa de George, constam os nomes de Hebert Gonçalves e Rodrigo Duarte. Eles estiveram junto com ela, na tarde da última sexta-feira na sede da 16 Delegacia Regional de Linhares, para analisar as informações contidas  nos autos do Inquérito e para protocolar o pedido.

O outro advogado do pastor, Hebert Gonçalves, declarou que o pedido da nova perícia se deve à falta de provas e que ele e a junta de advogados, vão aguardar o laudo da perícia oficial para, só depois, se pronunciarem oficialmente. Taycê  explicou  que o pedido foi feito pois  “é recomendável e oportuno que o advogado na intensão de defender seu cliente tanto nas esferas administrativas ou judiciais, tenha sempre a preocupação de munir-se de elementos (provas) e informações técnicas capazes de justificar suas alegações e demais elementos indicados nos Autos”.

A respeito da perícia particular, o advogado responsável pelo caso, Romel Júnior disse, na tarde de sexta-feira, que até aquele momento não havia recebido o documento com o pedido em mãos. 

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