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Polícia

Tragédia em Linhares: Justiça autoriza registro de óbito dos irmãos mortos em incêndio

A Justiça autorizou o registro de óbito dos irmãos Joaquim e Kauã, mortos no incêndio no quarto deles em Linhares, no último dia 21 de abril. Como as ...

Advogada Taycê Aksacki, que faz parte da defesa do casal de pastores

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Advogada Taycê Aksacki, que faz parte da defesa do casal de pastores (Foto: Wilton Júnior/AT)A Justiça autorizou o registro de óbito dos irmãos Joaquim e Kauã, mortos no incêndio no quarto deles em Linhares, no último dia 21 de abril. Como as crianças morreram há mais de 15 dias (devido ao prazo para a conclusão de exame de DNA dos corpos), o registro tardio de óbito é um procedimento necessário para que o enterro seja realizado.

A decisão foi assinada pelo juiz Thiago Albani Oliveira

De acordo com a advogada Taycê Aksacki, que faz parte da junta de advogados que fazem a defesa voluntária do Pastor George Alves, padastro de Kauã e pai de Joaquim, o procedimento é necessário para a emissão da certidão de óbito e a realização do enterro.

“Como ultrapassou o prazo de 15 dias para registro, não tem outra via a não ser judicial, que só saiu agora. Essa ação dá o respaldo de tirar os corpos de lá”, explicou, completando que o procedimento será de responsabilidade da funerária, que fará o enterro. “Depende do trâmite deles”.

A advogada confirmou que o sepultamento dos corpos dos irmãos será realizado em Linhares, em uma cerimônia restrita à família.

“Não vai ter velório. Será apenas o sepultamento e não queremos divulgar o horário e local. Queremos dar privacidade à família, que está sofrendo há mais de quinze dias”, afirmou a advogada.

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