
O caso só foi descoberto quando o avô da menina chegou para buscar a menina, na Escola Emília do Espírito Santo Carneiro, em Vale Encantado. Envergonhada, ela não contou para a professora o que havia acontecido e, para a família, avisou chorando sobre o fato.
O constrangimento causou revolta na família da menina, que prometeu processar a escola. Essa é a terceira vez que a menina passa por essa situação. Nas outras duas vezes, o Conselho Tutelar chegou a ser acionado, mas nada foi resolvido. Agora, a família promete ir à Justiça.
“No ano passado a minha esposa e meu genro estiveram na escola e conversaram com a professora e a pedagoga. Nós achamos que estava resolvido. Agora, vamos procurar a Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente e queremos uma resposta”, afirmou o avô, que pediu para não ser identificado.
Em nota ao Tribuna Notícias, a Prefeitura de Vila Velha esclareceu que não há proibição para o uso de banheiros e enfatizou que “todos tem livre acesso e podem usá-los sempre que necessário”. Sobre o episódio com a aluna, a Prefeitura disse acreditar que “a criança já estava no limite quando o fato aconteceu e que não houve tempo para ela chegar ao banheiro” e que “todas as crianças são atendidas de acordo com as necessidades e sempre são acompanhadas por educadores”.
Veja a reportagem da TV Tribuna