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Polícia

Pastora Juliana continua em presídio de Minas

A pastora Juliana Pereira Sales Alves, de 27 anos, segue presa em Minas Gerais e deve ser transferida para o Espírito Santo no decorrer da próxima ...

Pastora Juliana Sales é entrevistada após ser presa em Minas Gerais.

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Pastora Juliana Sales é entrevistada após ser presa em Minas Gerais. (Foto: Foto: Reprodução vídeo)A pastora Juliana Pereira Sales Alves, de 27 anos, segue presa em Minas Gerais e deve ser transferida para o Espírito Santo no decorrer da próxima semana, segundo a Secretaria de Justiça daquele estado.

Juliana, que teve prisão preventiva decretada pelo juiz André Dadalto, da 1ª Vara Criminal de Linhares, foi detida em Teófilo Otoni no último dia 20.

Para o Ministério Público do Estado (MP-ES), os filhos da acusada apresentavam sinais de abusos sexuais e a pastora sabia de tudo. Em entrevista, a pastora negou as acusações.

A Secretaria de Justiça mineira explicou que é provável que Juliana seja trazida para o Estado depois de segunda-feira, já que nos finais de semana todo o sistema funciona em regime de plantão.

Na quinta-feira, o Tribunal de Justiça do Estado, havia informado que o juiz da 1ª Vara Criminal de Linhares pode fazer a solicitação a partir de amanhã.

Como em Linhares não há presídio feminino, a pastora Juliana será encaminhada para Colatina.

Procurado pela reportagem, o advogado Rodrigo Duarte, que faz a defesa da acusada, disse que ainda não sabe o dia em que sua cliente será transferida. “Na próxima segunda-feira (amanhã), teremos uma posição”, explicou.

Na sexta-feira, ela falou pela primeira vez com A Tribuna em uma reportagem exclusiva, publicada, ontem.

Por meio do advogado, ela aceitou responder as perguntas sobre o caso e revelou que nunca fez nada com os filhos Kauã Sales Butkovsky, 6 anos, e Joaquim Alves Sales, de 3, e que nunca percebeu abusos contra eles.

Joaquim e Kauã foram mortos no último dia 21 de abril, na casa em que moravam com a mãe Juliana e o pastor George Alves, em Linhares.

Juliana vai responder na Justiça por dois homicídios, dois estupros de vulnerável e também por fraude processual por ser acusada de alterar a cena do crime, segundo o Ministério Público.

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