- Vitória, ES 27°C

Vitória 27°C

Anúncio
Cidades

Capixaba faz sucesso no Uruguai com pratos feitos de maconha

Aos 27 anos e morando há um ano e três meses em Montevidéu, no Uruguai, o chef capixaba Gustavo Colombeck (sobrenome artístico que criou a partir da ...

Gustavo Colombeck afirma que sofreu preconceito no Brasil, o que não acontece no Uruguai, onde, segundo ele, pode trabalhar com tranquilidade.

Última atualização

Gustavo Colombeck afirma que sofreu preconceito no Brasil, o que não acontece no Uruguai, onde, segundo ele, pode trabalhar com tranquilidade. (Foto: Divulgação)

Aos 27 anos e morando há um ano e três meses em Montevidéu, no Uruguai, o chef capixaba Gustavo Colombeck (sobrenome artístico que criou a partir da expressão “bolar um beck”, que significa fazer um baseado), faz sucesso no país vizinho com receitas que possuem um ingrediente especial: a maconha.

Isso mesmo, Gustavo que é nascido e criado no município da Serra aproveitou a legalização da erva no Uruguai, para promover jantares intimistas do seu projeto “Chef Weed House” (Chef da Casa das Ervas Daninhas, em tradução livre), que custam 150 dólares por pessoa – cerca de R$ 564.

A reportagem de A Tribuna bateu um papo com o chef, que contou como conheceu a erva, como se profissionalizou na arte da culinária e como cultiva a planta que o inspira a criar receitas.

Graduado em Culinária pelo Senac, ele começou a exercer a profissão ainda no Brasil, fazendo bolos e brigadeiro.

O nhoque ao molho Sugo infusionado com cannabis e  folhas de cannabis como tempero é um dos pratos de sucesso de Gustavo. (Foto: Divulgação)“Eu trabalhava em restaurantes até as 3 horas da manhã, chegava em casa na Serra por volta das 5h, e saía de volta para aula às 7h. Muitas vezes eu pensei em desistir”, disse Colombeck.

A Tribuna – Como surgiu a ideia de cozinhar com maconha?

Gustavo Colombeck – Eu me apaixonei pela culinária canábica quando comecei a fazer bolo e brigadeiro para amigos, mas não era nada profissional. Eu não sabia as medidas e o quanto usar, por isso decidi entrar em um curso e me profissionalizar.

E quando você decidiu ir para o Uruguai?

Eu cansei de tomar batida da polícia voltando do trabalho na madrugada e comecei a pesquisar sobre a legalização da maconha no país e como é possível cultivar a erva com segurança. Juntei dinheiro trabalhando na noite e vim com a cara e coragem.

A reportagem completa sobre Gustavo e seus pratos você lê na edição deste sábado (2) do jornal A Tribuna.

Mais Lidas

Ver tudo ›

    Bem-vindo(a) ao
    Tribuna Online!

    Seu bloqueador de anúncios está ativo.

    A publicidade ajuda a manter nosso jornalismo. Libere os anúncios para apoiar o Tribuna Online.

    Obrigado por apoiar o jornalismo local.