Um relatório produzido por 5 anos pelo Núcleo de Execução Penal da Defensoria Pública Estadual sobre torturas contra presos e superlotação, foi divulgado ontem.
A coordenadora da área criminal do núcleo, Roberta Ferraz, pontuou as situações. “Três servidores em cargos de confiança, condenados por tortura, ainda estão no cargo. Armas não letais usadas de maneira errada faz parte dessa tortura. Enviaremos o relatório ao Ministério Público, Poder Judiciário e Secretaria de Justiça”.
Questionada, a Secretaria de Justiça não respondeu.
