
Segundo a advogada Milena Freire, na tarde dessa terça-feira (26), durante visita, George disse que, durante todas as noites, escutas detentos gritando seu nome em tom de ameaça.
“Ele disse que escuta uma galeria inteira gritando o seu nome como se fossem fazer algo com ele”, disse a advogada.
De acordo com Milena Freire, que representa o religioso, George está assutado e ainda não se alimenta da forma que deveria. “Ele não está se alimentando e com isso está muito magro mesmo”, disse.
A advogada contou ainda que o pastor está dividindo cela com outros dois presos. “Não sei quais são os crimes desses dois detentos que dividem a cela com ele, mas eles estão na mesma situação de não poder ficar junto com os demais por questão de segurança”, disse a advogada.
Procurada, a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) disse, por meio de sua assessoria, que a informação de que George estaria sendo ameaçado não procede.