
Ela contou ao jornal norte-americano Boston Herald que sempre pedia para que Arthur ficasse longe de praias cheias de tubarões, mas o jovem sempre brincava e fazia piadas com a preocupação da tia.
Em entrevista, Marisa disse que o sobrinho queria estar na praia todos os dias, mas ela sempre pedia que ele ficasse longe por causa dos tubarões.
“Oh, meu Deus, é onde ele queria estar todos os dias. Sempre dizia a ele: ‘Não vá. Por favor, não vá. Ele dizia: ‘Tia, eles não vão me morder. Os tubarões não me mordem. Sou super-homem!’”, contou, emocionada.
Marisa disse que recebeu a notícia da morte do sobrinho pela sogra de Arthur. Ele estava noivo de uma jovem americana que cursava Medicina em Massachusetts.
“Ele estava sempre fazendo piadas sobre si mesmo. Quando aconteceu, eu não pude acreditar que era ele, que aconteceu com a gente. Não há palavras. Sem palavras”, contou a tia.
Foi Marisa quem teve de contar para a mãe do jovem Arthur, Denise Gava, que mora em Vila Velha, sobre o que havia acontecido na praia.
Marisa e a prima de Arthur, Rosi Gava, estão acompanhando os processos para que o corpo do jovem venha para o Brasil.