
Usando os diplomas falsos, o denunciado passou a exercer a função de professor nas redes municipal e estadual. De acordo com a denúncia do MPES, ele participou de processos seletivos em Nova Venécia, Norte do Estado, em 2012 e 2013, e foi nomeado professor de Ciências. Em 2015, a prefeitura prorrogou os contratos dos professores.
O vínculo do “Professor Nota 10” com a rede estadual de ensino começou em 2014. Ele já foi premiado e chegou a ser indicado para o Global Teacher Prize no ano passado, na categoria Melhor Educador do Mundo.
O professor afirma que frequentou a instituição de ensino e tem cópia do contrato. “Uma coisa é eu ter falsificado o documento e outra é ter recebido um documento falso sem saber. Agora vai pra esfera penal e eu irei apresentar todas as provas. Mas ninguém pode afirmar que eu sabia que era falso. Eu fui vítima”, explicou Wemerson.
A reportagem completa você confere no jornal A Tribuna deste sábado (22).