Mais de 670 mil consumidores do Espírito Santo estão com o nome negativado no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), e as despesas com cartão de crédito e cheque especial estão entre as principais causas de inadimplência, ao lado de crediário de lojas e contas de consumo, como água e energia.
Em meio a esse cenário, a Serasa Experian lançou o site Limpa Nome, que funciona como um feirão virtual para negociar dívidas e conseguir descontos de até 90%.
Por meio do site, é possível não somente negociar dívidas negativadas na Serasa, como realizar a quitação de contas em atraso. A meta da instituição é que o serviço seja simples e gratuito.
É possível realizar acordo para quitação das dívidas com empresas parceiras em poucos minutos, com diversas condições de pagamento. Basta digitar o CPF no espaço indicado, consultar as dívidas em atraso ou negativadas e, uma vez escolhidas as opções de parcelamento, emitir o boleto para pagamento do débito.
Clique aqui para acessar o Limpa Nome
Após a quitação do boleto, a restrição ao CPF do consumidor pode ser eliminada em até cinco dias.
Contudo, é necessário ter cuidado ao fazer acordos de renegociação. Segundo o professor universitário Laudeir Frauches, especialista em Finanças Pessoais, tentar negociar a dívida é algo que só deve acontecer quando o indivíduo conhecer suas reais condições.
“Assim, na hora de procurar o credor, ele poderá mostrar que, de fato, quer e pode pagar”, afirmou.
O primeiro passo deve ser montar um orçamento, definir as contas que têm maior peso, e, então, fazer o planejamento e estabelecer metas para realizar o pagamento.
“A maior parte das pessoas não sabe sequer o quanto deve. Nossa sociedade foi jogada no consumismo, sem saber lidar com o crédito. É necessário saber para onde o dinheiro está indo, ver o orçamento”, aponta Frauches.
A Serasa já fechou parceria com as empresas Itaú, Bradesco, Porto Seguro, Ipanema Credit System, Tricad, Net, Claro e Embratel, e atua na busca por outras companhias para participar do feirão virtual.
A reportagem completa você lê na edição desta terça-feira (4) do jornal A Tribuna.