
O MPES também solicitou a conversão da prisão temporária em preventiva, para garantir a manutenção da prisão cautelar do denunciado, a ordem pública e a regularidade da instrução processual.
André foi preso pela equipe da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Mulher (DHPM), quatro dias após o crime. De acordo com as investigações André utilizou-se de thinner e diesel para atear fogo contra a vítima, que teve 40,5% do corpo queimado.
Para o Ministério Público, a motivação do crime foi torpe, uma vez que o denunciado, movido por sentimento de ciúmes e de posse, decidiu conscientemente atear fogo na vítima por vingança, sem aceitar o término da relação. O MPES ressalta que o ato criminoso no contexto de violência familiar contra a mulher, em menosprezo às condições do sexo feminino, é uma configuração qualificadora de feminicídio.
O denunciado está preso no Centro de Triagem de Viana. Já a diarista segue internada em estado grave e já teve parte da perna amputada.