
Finn morreu em casa, em um lugar aconchegante, rodeado de amor e assistido pelo veterinário. Antes, ele brincou, visitou seus humanos preferidos e até ganhou um cheeseburger de um amigo.
Em rede social, a família diz que optou pela morte agora para preservar sua dignidade. O progresso da doença causava dificuldade respiratória, e o crescimento dos gânglios linfáticos bloqueariam totalmente as vias respiratórias. “Não queremos esperar que isso aconteça”, dizia a publicação um dia antes de Finn virar estrelinha.