
Emerson teria chegado ao hospital e ameaçado tomar as armas de vigilantes. Ele teria invadido o prédio da dermatologia e quebrado a báscula de uma sala com a cabeça. Depois, entrou na sala pela báscula, quebrou equipamentos, móveis e rasgou prontuários.
Ele pulou de volta pela mesma báscula e bateu a cabeça na quina de uma bancada de granito. A versão foi dada para a polícia pelos vigilantes que estavam no local. A família contesta as alegações.

E completou: “Acho que ele foi até o hospital pedir ajuda, pois estava passando mal. É para isso que as pessoas vão até um hospital, ainda mais de madrugada. Fizeram uma covardia com ele. Acreditamos que ele foi assassinado. A família acha que juntaram um monte de vigilantes e bateram nele até a morte. Não tem outra explicação para o que ocorreu. Espancaram a mataram o meu tio e queremos justiça. Ele não vai ser só mais um para as estatísticas.”, prometeu.
Confira a reportagem completa no jornal A Tribuna de domingo (14).