
Ao perceber a picada, a professora Sadimar Aguiar Caide Batista Silva procurou ajuda no pronto atendimento da cidade, onde tomou soro antiofídico. Segundo familiares, ela está bem.
De acordo com a filha, a estudante Késsya Karolline, 21, a mãe não percebeu o momento exato da picada. Só descobriu quando chegou em casa, por volta de 17 horas.
“Ela sentiu o pé e a perna formigando e ardendo”, disse a filha. Ao tirar o sapato, percebeu a picada.
A suspeita da família é de que a picada tenha sido feita por um filhote de jararaca.
Segundo a filha, outras cobras da espécie já foram capturadas por funcionários da creche.
A médica do Centro de Atendimento Toxicológico, Sheila Pedrini, orienta vítimas de picadas de cobra a lavar o local com água e sabão e procurar um serviço de saúde o mais rápido possível.
De acordo com a assessoria da Prefeitura de Irupi, após o acidente foram feitas buscas no interior da creche, mas nenhum animal foi encontrado.