
Na denúncia oferecida à Justiça, o MPES informou que, em janeiro de 2017, ele levou o notebook do Gabinete de Vereadores IV para casa e retirou o número de patrimônio público do equipamento.
Durante as investigações, o vereador chegou a depor e negou a acusação. A polícia cumpriu mandado de busca e apreensão na casa dele e encontrou o equipamento. Diante da situação o Grupo de Inteligência Municipal requereu uma comissão processante na Câmara Municipal para apurar os fatos.
Na sessão de terça-feira, foi aprovado, por 12 votos, o relatório da comissão processante favorável à cassação do mandato do vereador.