
Uma multidão, formada principalmente por homens, invadiu o prédio, que teve vidros e portas quebradas e foi parcialmente incendiado.
O adolescente foi agredido no chão com chutes e pedradas na cabeça. Desacordado, Gabriel foi colocado sobre o capô de uma viatura. Ele já estava com o rosto ensanguentado e as agressões continuaram. Em seguida, ainda no pátio da delegacia, ele foi arrastado e jogado em cima de um sofá incendiado.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública, seis policiais militares tentaram em vão impedir o crime e sofreram ferimentos leves.

Segundo a Polícia Civil, Gabriel admitiu o crime enquanto era conduzido à delegacia, mas não houve tempo para o depoimento formal. A polícia não informou se o adolescente tinha antecedentes criminais.
É o segundo caso desse tipo na região. Em fevereiro do ano passado, moradores de Novo Aripuanã invadiram a delegacia da cidade para matar uma mulher acusada de homicídio. Ela chegou a ser retirada da cela e agredida, mas sobreviveu.