Não houve
dificuldades, ontem, para que 13 projetos concedendo reajustes e
benefícios a servidores estaduais e integrantes de poderes fossem
aprovados na Assembleia.
Mas também não
faltaram críticas ao aumento conferido ao governador, à vice e
secretários, além de reajustes “diferenciados” de 24% para
auditores do Tribunal de Contas e de até 44% para auditores
fiscais da Fazenda estadual.
“Não é questão
de merecimento, mas algumas categorias terão aumento de 24 a 44% e
a maioria na base da pirâmide terá 6% linear. Como se justifica a
uma auxiliar de secretaria que terá 6% de aumento, enquanto outra
categoria do topo da pirâmide terá até 44%?”, questionou Sergio
Majeski (PSB).
Danilo Bahiense (sem
partido) lembrou profissões como a de delegado, que arriscam a vida,
possuem a mesma formação em Direito do que outras categorias, mas
recebem menos.
Contemplar aos
poucos
Após os
questionamentos de Majeski e Bahiense, a defesa integral dos projetos
veio por conta de Bruno Lamas (PSB). Ele contou que tem confiança de
que o governo estadual vai aos poucos contemplar as carreiras que
precisam de uma maior atenção. “O importante é termos
sistematicamente a recomposição do efetivo e salarial”, afirmou.
Duplas improváveis
O prefeito de
Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), em coletiva, ontem, sobre
o assassinato do sargento da PM, sentou ao lado do secretário
estadual da Segurança, Alexandre Ramalho. Já o prefeito de Vila
Velha, Arnaldinho Borgo, do Podemos, partido aliado de primeira hora
do Palácio Anchieta, recebeu no gabinete o ex-governador Paulo
Hartung.
“É da nossa
base”
Se não fosse o
deputado de oposição Capitão Assumção alertar o líder
governista Dary Pagung, governador, vice e secretários “ficariam”
sem reajuste. Isso porque o projeto não constava na pauta junto aos
demais de aumento a servidores. Marcelo Santos não perdeu a piada:
“É da nossa base”.
Quem está com medo?
Conforme Plenário
publicou no dia 13, sobre café da manhã do governador com o
presidenciável Sergio Moro, um político presente provocou outro:
“Está com medo do PT não, né?”.
A pergunta em tom de
deboche foi por conta de o PT ter feito críticas ao encontro. Mas,
após o anúncio de Contarato, ontem, como pré-candidato ao
governo, teve quem fizesse pergunta parecida: “Está com medo do
PSB não, né?”.
Governador
paulista agradeceu por mensagem
Entusiasta da
federação PSDB e Cidadania, o tucano e governador de São Paulo,
João Doria, enviou um áudio ao deputado federal Da Vitória – ainda
no Cidadania – agradecendo o parlamentar pela “conduta serena e ao
mesmo tempo com firmeza na busca da federação” dos dois partidos.
“Sua contribuição foi muito importante”, disse Doria. No
sábado, o Cidadania escolheu os tucanos com 56 votos. Proposta de
aliança com o PDT teve 47.
Tende para Bolsonaro
Apesar do
reconhecimento de Doria pela contribuição dada por Da Vitória na
federação do Cidadania com o PSDB, o capixaba está próximo de
oficializar sua ida para o PP, no dia 11 de março. O deputado também
tende a apoiar a reeleição de Jair Bolsonaro e não o tucano.
Encontro do
Republicanos
No encontro do
Republicanos em Colatina, na semana passada, chamou a atenção a
presença do deputado estadual Renzo Vasconcelos (PP), que faz parte
da base de apoio do governador na Assembleia.
Dia do sim
Em evento hoje,
marcado para as 14 horas, no Hotel Sheraton, em Vitória, o
pré-candidato ao governo Carlos Manato dará o sim ao PL, ou será o
contrário?
22 de fevereiro de
1732
Data de nascimento
do primeiro presidente dos Estados Unidos, George Washington. A
capital daquele país leva seu sobrenome.