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POLÍCIA

Laudo vai indicar causa da morte de adolescente que participou de festa rave

Adrielly Duarte de Oliveira, de 16 anos, foi socorrida e não resistiu. Família acredita que ela tenha sido dopada

DML realizou exames no corpo

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A Polícia Civil informou que o Serviço de Transporte de Cadáver foi acionado pelo Hospital Antônio Bezerra de Faria na noite do último domingo, 24.

O corpo da vítima, Adrielly Duarte de Oliveira, foi encaminhado para o Departamento Médico Legal (DML) de Vitória, para ser identificado e para ser feito o exame cadavérico, que irá identificar a causa da morte. O prazo para sair laudo cadavérico pela legislação são 10 dias, podendo ser prorrogado por igual período.

A Polícia Civil destacou que a população tem um papel importante nas investigações e pode contribuir com informações de forma anônima através do Disque-Denúncia 181, que também possui um site onde é possível anexar imagens e vídeos de ações criminosas.

O endereço é www.disquedenuncia181.es.gov.br. O anonimato é garantido e todas as informações fornecidas são investigadas.

Adolescente morre após passar mal em festa rave

 













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Apaixonada por música eletrônica, a estudante Adrielly Duarte de Oliveira, de 16 anos, participou de uma festa rave durante o fim de semana e não retornou mais para a sua casa. A jovem passou mal, foi socorrida em uma ambulância e morreu.

Em estado de choque, a cozinheira Maria Rosemary Duarte Bonomo, de 44 anos, conversou com a reportagem nesta terça-feira, 26, e disse que suspeita que sua filha tenha sido dopada na festa, que aconteceu na Barra do Jucu, Vila Velha, e morrido de overdose.

“Minha filha não usava drogas. Pelo seu estado, tudo indica que colocaram drogas em sua bebida e injetaram essas substâncias nela”, disse a mãe, que veio de Governador Valadares (MG) para se despedir da filha.   

Ela morava com a mãe em Minas, mas dias antes fugiu de casa de ônibus com destino a Cariacica, onde parte da família reside. Ela falsificou documento para entrar no evento como se tivesse 18 anos.

Antes, sua irmã Alice Duarte de Oliveira, 22, implorou para que Adrielly não fosse à festa. “Eu ainda disse: vai não, cuidado! Mas ela não me ouviu. Soubemos que ela foi para a festa em uma van. Por volta das 17 horas, alguém mandou mensagem no meu Instagram e eu não tinha visto. Logo depois, eu olhei e um menino perguntou: ‘ei, é irmã da Adrielly’?” 

Desesperada, ela perguntou o que tinha acontecido. Sem resposta, olhou no WhatsApp e viu que um ex-namorado de Adrielly havia mandado mensagem perguntando como ela estava. Foi quando soube que a irmã havia passado mal.

Consta no relatório técnico que a jovem deu entrada no posto de atendimento no local do evento por volta das 11h55 (domingo, 26), com sinais de sudorese, fadiga respiratória, acordada, entre outros sintomas. Às 12 horas, foi removida para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Riviera da Barra e transferida para o Hospital Antônio Bezerra de Faria, em Vila Velha.

“Soubemos que acharam quatro tipos de drogas: quadradinho, bala, ecstasy e outra que não lembro qual. Como assim, a minha irmã não usava drogas?”, perguntou a irmã, indignada.

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