|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Estilo:
A Petrobras está prestes a ter sua terceira gestão durante o governo de Jair Bolsonaro. O escolhido da vez é o economista Adriano Pires, que foi indicado para substituir o general Joaquim Silva e Luna no comando da petrolífera. Antes de Silva e Luna, o cargo foi ocupado por Roberto Castello Branco.
Pires é sócio-diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) e formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutor em economia industrial pela Universidade de Paris XIII.
Em mais de 40 anos em atuação no mercado de energia, o futuro presidente da Petrobras não deve enfrentar resistência dos investidores. Pires é liberal e já atuou na vida pública em 2001, quando assessorou o diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP).
A expectativa é que o novo gestor não deva mudar a política de preços adotada pela petrolífera. Com os consequentes repasses promovidos pela Petrobras, a política de preços adotada pela estatal voltou a ser alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro.
A estatal reajustou neste mês o preço médio de venda da gasolina para as distribuidoras em 18,8%. Já para o diesel, o preço médio subiu 24,9%.