|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:
Não basta ter uma profissão e estar tecnicamente preparado. O mundo dos nossos dias exige de pessoas e profissionais habilidades que independem da área de atuação escolhida. Ser criativo, ter senso crítico, capacidade analítica, espírito de grupo e inovar estão entre as demandas atuais mapeadas como importantes no relatório do Fórum Econômico Mundial.
A pergunta que se faz é em que momento se adquire habilidades como essas? Cada vez mais, especialistas acreditam que todos ganham quando o processo começa cedo. Ou, ao menos, não encontra no próprio sistema educacional barreiras para seu pleno desenvolvimento.
“A escola deve ser espaço para ampliar potencialidades. Deve ser lugar de adquirir conhecimento para além do conteúdo”
|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:
“A escola deve ser espaço para ampliar potencialidades e não para cerceá-las. Deve ser lugar de adquirir conhecimento e aprendizado para além de um conteúdo programático formal. Ao contrário, o conteúdo formal pode e deve ser oferecido de forma a estimular o desenvolvimento de habilidades que farão a diferença na vida da criança, do adolescente, do futuro adulto e do profissional que ali começa a traçar sua trajetória”, considera a diretora pedagógica da Escola Monteiro, Penha Tótola.
Ela afirma que a Escola Monteiro se orgulha de, desde sua criação, há mais de 50 anos, ter em mente a importância da educação humanizada, que coloca o aluno na condição de protagonista do processo de ensino-aprendizagem, que se abre à escuta ativa e que amplia horizontes e possibilidades.
“A Monteiro nasceu como uma escola de artes e até hoje buscamos o caminho da inovação, da criatividade, da participação e da humanização no dia a dia da escola. Desenvolvemos projetos para colocar teoria em prática, integrando áreas de conhecimento e realizando eventos como a Feira Integrada, que mobiliza toda a escola na reta final do ano letivo”, disse Penha.
E acrescentou: “Temos o Projeto Bem-Estar que reúne ações, propostas e práticas para estimular a comunidade escolar a cuidar de si mesma, do outro e da escola. Fazemos inúmeros estudos do meio fora da escola e até do Estado para permitir experiências práticas e interessantes de aprendizado”.
Exemplos de estímulo às habilidades
Criatividade, espírito de equipe e interrelação do conhecimento
O aluno tem voz para criar, propor e realizar. Na Feira Integrada, realizada no final de cada ano letivo, ele é “desafiado” a colocar em prática, num trabalho de equipe, um dos temas desenvolvidos ao longo do ano em abordagens interdisciplinares.
Este ano, alunos do 1º ano do ensino fundamental farão, por exemplo, um Labirinto Sensorial, para estimular visitantes e familiares a viver experiências com os cinco sentidos.
Andar descalço em tapetes de diferentes texturas, experimentar comidas de olhos vendados, ouvir o canto dos pássaros, o barulho da água ou o bater do coração estão entre as possibilidades a serem oferecidas.
|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:
Aplicar o que se sabe
A Feira Integrada é apenas um dos exemplos de projetos da Escola Monteiro que dão ao aluno a oportunidade de colocar em prática o que aprende na teoria.
“Na verdade, nem existe o trabalhar apenas a teoria. Buscamos sempre conectar conhecimento e realidade porque é assim que o aprendizado ganha sentido e se torna mais efetivo”, afirma Penha Tótola, diretora pedagógica da escola.
Os alunos do 8º ano, por exemplo, estiveram no mês de outubro em Paraty, no Rio de Janeiro, para estudar na prática conteúdos relacionados à História do Brasil.
Cada participante tinha em mãos um caderno de atividades – uma espécie de diário de bordo – com as atividades propostas e exercícios relacionados.
Eles fizeram o Caminho do Ouro, conheceram um forte, andaram de escuna, participaram de um city tour desenvolvido a partir de uma gincana cultural no centro histórico com interação com moradores e com a arquitetura local, entre outras atividades como a oportunidade de conhecer o Centro de Visitantes da Usina Eletronuclear de Angra dos Reis.
Habilidade de falar e ouvir
|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:
Eles se sentam no chão, em círculo, e têm a oportunidade de comentar, elogiar, fazer críticas e reivindicar. A experiência é quinzenal e envolve todas das turmas do 1º ano do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio da Escola Monteiro.
Alunos que, a partir dos seis anos, já vivem a experiência de pensar o espaço escolar, ouvir, falar, se posicionar, num exercício que levarão para a vida.
Iniciativa do Projeto Bem-Estar, criado na Escola Monteiro inspirado em experiências bem-sucedidas de escolas finlandesas, as assembleias escolares têm o formato de rodas de conversa. A proposta, segundo ela, gera iniciativas relacionadas à convivência, a resolução de conflitos e até mudanças de ordem prática.
“Havia uma reivindicação das crianças em relação às pedrinhas do parquinho. Elas reclamavam de desconforto e o piso foi substituído com base nessa demanda que surgiu em assembleia”, exemplifica Penha Tótola.
|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo: