Uma ação do Ibama, denominada Operação Albatroz, foi deflagrada ontem, no Terminal Pesqueiro de Itaipava, em Itapemirim, litoral Sul do Estado, para averiguar possíveis irregularidades. O órgão apurou a situação de todos os barcos, bem como a documentação pessoal dos pescadores.
|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:
As diligências contaram com apoio da Polícia Militar Ambiental e da Polícia Federal.
O presidente da Associação de Pescadores e Armadores da Pesca de Itaipava (Apedi), Ulysses Vieira Raposo, reclamou do fato dos pescadores, segundo ele, serem impedidos de entrar no local, que é público, durante todo o dia.
“O direito de ir e vir é garantido pela Constituição Federal. Com abuso de autoridade impediram pescadores de chegarem até os barcos”.
Ulysses enfatizou que a categoria tem sido massacrada com várias leis que não condizem com a realidade do setor, mas fez questão de ressaltar que eles não são contra a fiscalização, mas a forma de abordagem.
“O setor pesqueiro é baseado em três fundamentos: ambiental, econômico e social. Mas eles tiram a sustentabilidade quando se preocupam apenas com o ambiental, se esquecendo dos outros pontos e prejudicando os pescadores. É uma situação muito ruim”.
O Ibama foi demandado sobre se houve aplicação de multas ou apreensão de pescados, mas não respondeu até o fechamento desta edição. A Polícia Federal informou que a operação é de rotina e somente deu apoio às diligências.