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Brasil

Suspeito de agredir e tentar afogar esposa no vaso sanitário é preso

Vítima também relatou que teve seu aparelho celular danificado pelo suspeito, enquanto ele fazia ameaças de morte contra ela, caso chamasse a polícia

O homem foi preso, enquadrado na Lei Maria da Penha, e encaminhado à Delegacia Regional de Itabaiana
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Agência Folhapress

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Um homem foi preso por suspeita de ameaçar, agredir e tentar afogar a esposa em um vaso sanitário. O caso ocorreu na quinta-feira (14), em Povoado Canário, zona rural de Itabaiana, em Sergipe.

Agentes da Força Tática do 3° Batalhão de Polícia Militar foram chamados para atender uma ocorrência de agressão contra uma mulher, praticada pelo companheiro.

Aos PMs, a mulher contou que estava sendo agredida sem parar e “de diversas formas” desde o dia anterior.

Ela contou ainda que, após desferir vários socos, o homem empurrou a cabeça dela dentro do vaso sanitário, segurando-a na água, na intenção de afogá-la.

A vítima também relatou que teve seu aparelho celular danificado pelo suspeito, enquanto ele fazia ameaças de morte contra ela, caso chamasse a polícia.

O homem foi preso, enquadrado na Lei Maria da Penha, e encaminhado à Delegacia Regional de Itabaiana. Como as identidades dos envolvidos não foram divulgadas, a reportagem não conseguiu entrar em contato com a defesa do suspeito.

EM CASO DE VIOLÊNCIA, DENUNCIE

Ao presenciar um episódio de agressão contra mulheres, ligue para 190 e denuncie. Também é possível realizar denúncias pelo número 180 -Central de Atendimento à Mulher- e do Disque 100, que apura violações aos direitos humanos.

Casos de violência doméstica são, na maior parte das vezes, cometidos por parceiros ou ex-companheiros das mulheres, mas a Lei Maria da Penha também pode ser aplicada em agressões cometidas por familiares.

Há ainda o aplicativo Direitos Humanos Brasil e através da página da Ouvidoria Nacional de Diretos Humanos (ONDH) do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH). Vítimas de violência doméstica podem fazer a denúncia em até seis meses.














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