Uma mulher, cuja identidade não foi revelada, está em estado grave após ser baleada dentro do Congresso dos Estados Unidos, segundo as emissoras CNN e MSNBC.
Uma multidão de defensores de Donald Trump invadiu o Congresso dos EUA na tarde desta quarta (6), enquanto os parlamentares realizavam a sessão de ratificação da vitória de Joe Biden nas eleições presidenciais de novembro.
Não há detalhes sobre as circunstâncias em que ela foi atingida. Segundo a CNN, ela foi atingida no peito. Imagens em redes sociais mostram uma mulher sendo socorrida no chão de um dos ambientes internos do Congresso.
A MSNBC exibiu imagens de uma mulher sendo retirada do Capitólio, com um forte sangramento na região do pescoço. O deputado Kevin McCarthy disse ter ouvido tiros dentro do Congresso, em entrevista à Fox News.
Imagens de TV mostram manifestantes quebrando janelas para invadir o Congresso. Eles acessaram várias partes do prédio, inclusive o Plenário. Os congressistas foram levados para áreas protegidas, e a sessão de certificação foi interrompida. Não há previsão para que ela seja retomada.
Uma hora antes da sessão, Trump fez um comício em Washington e disse à uma multidão que jamais assumirá a derrota para Biden, pois a eleição foi roubada.
No entanto, ele não apresentou nenhuma prova disso, e mais de 60 processos na Justiça recusaram suas queixas de que teria havido fraudes. Biden teve 81 milhões de votos, contra 74 milhões de Trump.
#URGENTE: Mulher é baleada no pescoço dentro do #Capitólio, nos EUA
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— AleX ConServaDor® (@AlexConservador)
Entenda
Manifestantes pró-Trump, invadiram o Congresso norte-americano, em Washington, na tarde desta quarta-feira (6). Os manifestantes interromperam a contagem de votos que certifica a vitória de Joe Biden nas últimas eleições.
A invasão começou por volta das 14h15 no horário local (16h15 de Brasília) e interrompeu a sessão que confirmaria a derrota de Trump nas urnas.
O vice-presidente Mike Pence, que presidia a sessão, foi retirado do local logo no início da confusão. Senadores, deputados, assessores e jornalistas que estavam no local também tiveram de ser escoltados pela polícia enquanto os manifestantes invadiam os corredores do prédio.
