O governador Renato Casagrande vai intensificar nesta semana a conversa com os deputados estaduais. Na pauta, a disputa da Mesa Diretora da Assembleia. Na noite de ontem, ele recebeu no Palácio Anchieta o presidente Erick Musso, que tem se movimentado para viabilizar seu nome à reeleição.
“Vou ouvir um pouco a opinião dos parlamentares. A decisão é da Ales, mas vamos acompanhar porque é importante essa relação próxima da Assembleia com o Executivo. Temos hoje uma relação muito boa, queremos preservar essa relação”, disse o governador à coluna antes da reunião com Erick.
Questionado se já tinha conversado com o presidente da Assembleia, ele respondeu: “Já conversei, mas vou conversar mais”. A reunião estava marcada para as 18h30 de ontem.
Casagrande disse também que não há veto a nenhum nome, mas sinalizou que espera que haja consenso. “Ainda não tenho uma opinião, quero ajudar a construir uma unidade”.
“Eles estão próximos”
Questionado sobre como estaria a relação com o Republicanos – partido do presidente da Assembleia, Erick Musso, e do prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini – Casagrande disse que há uma aproximação com a sigla. “O partido está próximo, no Estado temos uma relação boa com o Republicanos, fizemos diversas composições em vários municípios”.
Calma lá…
Embora o Estado tenha proposto a criação de um comitê para unificar a volta às aulas para fevereiro, o prefeito Sergio Vidigal, junto com sua equipe de Saúde e Educação, disse que vai estudar as condições estruturais das escolas e creches da Serra para avaliar o retorno das aulas presenciais. Ele ressaltou a importância da cobertura vacinal dos servidores.
In memoriam

Flávio quer atuar na mesma área e já faz parte da Comissão de Saúde da Câmara.
“Economia será maior”
O prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, disse que a economia com a extinção dos 90 cargos comissionados será maior que R$ 297,37, conforme noticiado pela coluna ontem.
“Economia será maior porque não teremos gastos com tíquetes e encargos patronais”. Os gastos com tíquetes e encargos patronais, segundo a prefeitura, somam R$ 49 mil por mês, R$ 590 mil por ano e R$ 2,3 milhões em 4 anos.
Candidatos a vereador em subsecretarias
Pelo menos três subsecretarias de Vitória serão ocupadas por candidatos a vereador que não foram eleitos. Índio Alves (Republicanos) será subsecretário de Esporte – ele teve 861 votos. Evandro Figueiredo (Republicanos), que teve 971 votos, será subsecretário de Relações Institucionais e Breno Panetto (Novo), que teve 1.669 votos, será subsecretário de Cidadania. Nos cargos vão receber mais que os vereadores – R$ 8.997 contra R$ 8.966 dos edis.
Sem pescaria
Até o momento, o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, foi o único prefeito da Grande Vitória que não aproveitou quadros de outros municípios.
Caixa de sugestões
Em seu Twitter, o senador Fabiano Contarato respondeu ao “não posso fazer nada” de Bolsonaro, ao falar sobre a situação do País. “O Brasil não está quebrado, está sem governo. Não dá conta do desafio? Renuncie e liberte o País desse infortúnio”.
Memória curta?
“Vocês acabaram de perder a eleição, foram defenestradas nas urnas”. Disse o vereador de Vitória Luiz Emanuel (Cidadania) às colegas Karla Coser (PT) e Camila Valadão (Psol), sendo que o Cidadania, mesmo com a máquina na mão, não foi ao 2º turno.
O oráculo
“Os EUA passaram anos interferindo no sistema político dos outros, mas esqueceram de cuidar do deles”, diz tuíte de 2011 de Eduardo Cunha.