
Segundo o UOL, uma nota técnica da pasta informa que a troca dessas vacinas é recomendada “em situações de exceção, onde não for possível administrar a segunda dose da vacina com uma vacina do mesmo fabricante, seja por contraindicações específicas ou por ausência daquele imunizante no país”.
O Ministério da Saúde explica que dois estudos sustentam a possibilidade de misturar imunizantes. Um deles constatou “uma resposta imune robusta no esquema heterologo associado a um bom perfil de segurança”, ainda de acordo com a pasta.
Conforme informações do UOL, o outro estudo foi feito no Reino Unido e comparou os esquemas de vacinação com a aplicação de duas doses do mesmo imunizante e a mistura entre AstraZeneca e Pfizer com intervalo de um mês entre as doses.
Quando as vacinas foram alternadas, o estudo “evidenciou uma resposta imune superior”.