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Explosão em apartamento: Há quase 4 meses, família teve casa atingida por pedra

Mãe e filho, que tiveram cerca de 35% dos corpos queimados, após uma explosão em um apartamento no centro de Vitória, na manhã desta quarta-feira ...

Destruição causada por explosão no em apartamento

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Mãe e filho, que tiveram cerca de 35% dos corpos queimados, após uma explosão em um apartamento no centro de Vitória, na manhã desta quarta-feira (10), viveram, recentemente, um outro drama. A casa onde a mulher morava foi atingida por uma pedra, durante um deslizamento de terra, em outubro do ano passado, conforme a engenheira da Defesa Civil de Vitória, Sidneia Assis. 

A residência fica na rua Barão de Monjardim, a mesma onde está localizado o prédio para o qual ela e o filho estavam se mudando. Na ocasião, o neto dela, uma menino, de 6 anos, ficou soterrado pela lama e foi salvo por vizinhos.

Destruição causada por explosão no em apartamento (Foto: Leone Iglesias/ AT/ 10/02/2021)A engenheira explicou que a família ainda estava em processo de mudança e não morava no apartamento ainda. A pintura do imóvel seria iniciada nesta quarta, segundo a equipe foi informada no local do incidente. 

A causa da explosão ainda é investigada, mas a Defesa Civil da capital tem hipóteses, que serão apuradas

“Enquanto a gente não conseguir falar com as pessoas, que estavam mudando e estão internadas, é tudo hipótese. O fogão foi instalado há dois dias, ontem (terça) foi instalado o gás encanado e, hoje (quarta), eles foram testar. Pode ser que tenha vazado ontem esse gás”, explicou Assis.

O Corpo de Bombeiros esteve no local, durante a manhã, e realizou a perícia no imóvel. “O prazo para a conclusão do laudo é de 30 dias”, informou a corporação em nota.

A representante da Defesa Civil de Vitória relata que a explosão foi tão forte que arrancou cinco janelas do segundo andar, onde fica o apartamento, e diversas portas de imóveis do mesmo pavimento e até mesmo do primeiro andar.  

Placas de gesso, que compõem o teto dos corredores também foram danificadas. “A gente pediu para que sejam retiradas para não cair em cima de alguém”, contou Assis.

Apesar dos danos causados em portas, janelas e no teto, a engenheira da Defesa Civil informou que não houve comprometimento da estrutura no prédio e ele não precisou ser interditado. Assim, logo após a perícia realizada, os moradores foram liberados a retornar para os apartamentos. 

O gás foi desligado e será ligado pela empresa responsável assim que houver laudo de que não há riscos nas tubulações. 

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