

“Nós professores resolvemos fazer a homenagem à Manu. Ela era muito querida, alegre, alto astral, saudável. Além disso, não pudemos ir ao enterro. Infelizmente foi muito rápido, foram só três dias para o pulmão ficar 100% comprometido. É uma perda imensa. Essa doença é traiçoeira”, disse uma amiga e também professora Thays Ferreira Souza, 29 anos.
Thays conta que no dia 26 de março, Manu começou a ter febre e diarreia, mas não estava com falta de ar.
“Levamos ao pronto atendimento no dia 31, mas a liberaram. Como ela continuou a passar mal, voltou no outro dia e ficou internada lá por três dias esperando vaga em hospital. Ela foi transferida dia 4 e precisaram intubá-la na ambulância. Ela ficou internada até sexta, quando morreu. Os médicos fizeram de tudo para salvá-la”.

