Os pais dos bebês nascidos no Hospital Materno Infantil Francisco de Assis (HIFA) de Guarapari, não vão precisar se preocupar em frequentar o cartório para o registro dos filhos.

Segundo a gerente administrativa do HIFA Guarapari, Walkyria Procópio, o serviço é uma vitória para a maternidade. “Com a unidade interligada dentro do HIFA as mães e pais de bebês nascidos aqui não vão precisar se deslocar para outro local para fazer o registro, além de reduzir os riscos de a criança ficar sem documento ou demora ao registrá-lo”, afirmou.
Para fazer a Certidão de Nascimento e o CPF os pais precisarão ter o nome do bebê escrito e apresentar documentos de identificação dos pais, como RG, Habilitação, Carteira de Trabalho, carteira de reservista em caso do genitor, e CPF legíveis, além do comprovante de residência, certidão de casamento (no caso de pais casados no civil), e certidão de nascimento (pais solteiros).
O cartório funcionará na sala do Serviço Social, de segunda a sexta-feira, de 13h30 às 14h30, e o serviço é será gratuito. Todo mês nascem no HIFA Guarapari cerca de 120 bebês, e anualmente esse número gira em torno de 1300 nascimentos.
Mais de 10 mil partos em maternidade
O Hospital Materno Infantil Francisco de Assis (Hifa) de Guarapari, comemorou no mês passado, a marca de 10 mil partos realizados na unidade desde sua criação, em 2014.
O bebê Enrico Cunha de Jesus, filho de Daianny Cunha Barbosa, foi o parto de número 10 mil, e ganhou uma sessão de fotos por parte dos profissionais da unidade. Daianny parabenizou a equipe por toda atenção.
“Gostaria de agradecer a enfermeira Poliana e a toda a equipe do HIFA. Do dia 15 ao dia 19/04 fui muito bem atendida por todos. Os funcionários sempre solícitos e educados. Grata por toda atenção. A maternidade é 100% qualificada para receber e nos dar um atendimento durante o momento que mais precisamos”, disse a mãe.
Guarapari ficou sem maternidade pública por cerca de 1 ano. Em 2013, o hospital que atendia como maternidade pública na cidade foi descredenciado pelo Ministério da Saúde e foi alvo de diversas operações do Ministério Público do Espírito Santo por denúncias de fraudes, negligências e pela morte de 9 recém-nascidos.