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Estrada para encontrar ETs nas montanhas em Marechal Floriano

Em meio à mata, no alto de uma colina no distrito de Santa Maria, em Marechal Floriano, os empresários Jaimes Pachoal Lucas, de 74 anos, e Rita ...

Jaimes Pachoal, de 74 anos, e Rita de Freitas, 45, mostram as pedrinhas que ganharam após a noite misteriosa

Última atualização

Em meio à mata, no alto de uma colina no distrito de Santa Maria, em Marechal Floriano, os empresários Jaimes Pachoal Lucas, de 74 anos, e Rita Arlinda Morais de Freitas, 45, acreditam que têm a companhia de habitantes de outro planeta na Região Serrana do Estado.

Eles mantêm um caminho que dizem ter sido deixado por extraterrestres há 12 anos, e afirmam continuar com contato visual com seres de outro planeta desde então.

Jaimes e Rita contam que se sentem mais protegidos com a presença dos ETs e acreditam ter uma missão na Terra, que ainda será passada por eles.

O casal diz que o primeiro contato com extraterrestres ocorreu na noite de um sábado, em meados de janeiro de 2009, véspera do aniversário de Rita, quando recebia amigos e familiares no sítio.

O grupo viu um clarão e um deles escutou um barulho alto, vindo da floresta. Na época, a suspeita era de que poderia ter sido a queda de um avião e, por isso, acionaram o Corpo de Bombeiros.

Jaimes Pachoal, de 74 anos, e Rita de Freitas, 45, mostram as pedrinhas que ganharam após a noite misteriosa (Foto: Roberta Bourguinon)

Havia a informação de que uma aeronave tinha perdido o sinal com a torre. Jaimes ajudou os bombeiros no caminho para a mata, mas, no local, visualizaram apenas a copa de uma árvore amassada, numa espécie de ninho, como se algo tivesse pousado ali.

“Ficamos muito assustados. Os bombeiros disseram que havia informação de que a aeronave seguia de Minas Gerais para Guarapari e poderia ter caído na mata. Mas não foi nada disso”, lembra Rita.

“Fomos à mata no dia seguinte e, no local, senti uma parede de vidro. Eu bati nessa parede. Voltei para casa e ficamos esperando o trabalho dos bombeiros”, completa.

Na época, outra situação que chamou a atenção do casal foi a lanterna. A bateria do objeto durava poucas horas, mas, após a luz surgir do meio da mata, durou 15 dias. Depois disso, apagou de vez e nunca mais acendeu.

“A lanterna que usei para ir até lá não durava 20 minutos ligada por causa da bateria. Naquela noite, ficou acesa o tempo todo. Foi tudo muito estranho”, relata Jaimes.

O casal afirma que, depois daquele dia, passou a ter encontros frequentes com os extraterrestres, e que os ETs trouxeram mais segurança e entendimento para eles. Dizem também que muitas pessoas procuram as montanhas para ter contato com os seres de outro planeta.

Local que teria sido visitado por extraterrestres (Foto: Julio Huber)

Novos rumos após luz misteriosa

“Essa luz veio nos fortalecer. Eu sinto isso”, diz a empresária Rita de Freitas. Segundo ela, depois que a luz misteriosa iluminou as terras do casal, em 2009, tudo passou a progredir. Rita e Jaimes Pachoal vivem juntos há 28 anos e deixaram de trabalhar na plantação de café, construíram uma pousada em Marechal Floriano em um ano e, agora, investem na criação de peixes.

“Não estava conseguindo me aposentar e, logo após isso acontecer na mata, em 2009, eu me aposentei e recebi os 13 anos retroativos que o INSS me devia. Foi com esse dinheiro que realizamos o sonho de montarmos a pousada”, diz Jaimes.

Rita relata que a informação de que a luz misteriosa seria a presença de extraterrestes em sua propriedade veio após ela frequentar os grupos que debatiam sobre os seres que não são desse planeta. “Eles não possuem o rosto como nós. São seres de luz envoltos numa luz branca”, afirma.

O presidente da Associação Dakila Pesquisas, Urandir Fernandes de Oliveira, esteve no sítio do casal oito dias após a luz misteriosa aparecer. “Ele chegou sem ser avisado de nada e nos contou que foram os extraterrestres que estiveram na mata. Primeiro nos assustou, mas depois nos acalmou”, disse Rita.

Urandir deixou três pedrinhas com o casal e explicou que elas deveriam ficar sempre com eles. Rita acredita que o contato que tiveram com ETs foi como receber uma missão, que ela pensa estar voltada para a preservação do meio ambiente.

Grupo com 714 mil associados estuda vidas fora do planeta Terra

Prestes a completar 24 anos de estudos, a Associação Dakila Pesquisas, antigo Projeto Portal, reúne mais de 714 mil associados, e milhares de pesquisadores no mundo inteiro que defendem a existência de espécies de outros planetas habitando a Terra.

Para os pesquisadores do Espírito Santo Adriane Flavia dos Santos Seidel, auxiliar administrativa, e Joaquim Nicolau Seidel, técnico em saneamento, os extraterrestres são verdadeiros parceiros para o desenvolvimento de diversas áreas.

“Estudamos as anomalias que têm acontecido no Planeta, no sistema Terra, junto com os ‘parceiros’ e toda a orientação dos nossos vizinhos de sistema”, diz Adriane.

“As pessoas os chamam de extraterrestres (ETs), mas nós os chamamos de parceiros. São mais de 49 raças existentes nesse vasto universo que temos e, dentro dessas orientações que nos passam, fazemos as pesquisas”, completa.

“Existem pessoas que podem ter contato verbal, físico e visual. Podem ver, conversar e ouvir os seres. Eles também são matérias como nós, mas possuem mais energia. Nós somos 80% matéria e 20% energia. Eles são 80% energia e 20% matéria”, explica Nicolau.

Em 2018, os pesquisadores do Dakila lançaram o documentário Terra Convexa, em que sustentam que a Terra não é redonda, mas convexa nos continentes e plana nas águas. O fundador da associação, Urandir Fernandes de Oliveira, anunciou a preparação de um segundo documentário, desta vez sobre um novo continente, separado por um paredão de gelo.

Os pesquisadores explicam que essas informações são passadas pelos ETs.

“Temos contato com eles, trocamos informações, de diferentes áreas. São seres e entidades de outras dimensões que se manifestam na Terra por meio dessas bolas de luz. Com treinamento, é possível observá-los de perto e fazer o contato. É como se eles trouxessem conhecimentos que nós ainda não temos”, completa Nicolau.

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