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Médico preso em ala de Covid acusado de matar tio a facadas

A polícia prendeu nesta quinta-feira (17) um médico de 27 anos, acusado por homicídio e tentativa de homicídio. Foragido da justiça há um ano e meio, ...

Médico preso em ala de Covid acusado de matar tio a facadas

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Médico preso em ala de Covid acusado de matar tio a facadas (Foto: Reprodução/ Linkedin)

A polícia prendeu nesta quinta-feira (17) um médico de 27 anos, acusado por homicídio e tentativa de homicídio. Foragido da justiça há um ano e meio, ele foi preso durante um plantão que realizava no hospital de Areiópolis, em São Paulo, onde atendia pacientes com Covid-19.Segundo.

Segundo informações publicadas pelo G1, o médico Jorge Fernando de Souza Silva teve a prisão preventiva decretada em janeiro de 2020. Ele é o principal suspeito de matar o tio dentro de um carro com 23 facadas no dia 1º de janeiro de 2018, em um ponto conhecido como Cruz de Ferro, em Agudos, também no interior do estado de São Paulo.

Na época do crime, o acusado estava concluindo a faculdade de medicina que cursou na cidade de Ouro Preto (MG).De acordo com a Polícia Civil, o suspeito e o tio foram vistos dentro do veículo no dia do crime.

Jorge Fernando foi identificado como responsável pelo crime meses depois por meio de exame de DNA feito com uma amostra de sangue encontrada no veículo. O exame confirmou que o sangue era da vítima.

Segundo a polícia, no dia seguinte ao homicídio, em 2 de janeiro de 2018, o médico ainda tentou matar duas mulheres dentro de um carro no mesmo local. Mas as vítimas perceberam que ele levava dentro do veículo luvas, álcool, cordas, além de uma faca, e conseguiram fugir.

Em 3 de janeiro do mesmo ano, o médico fez outra tentativa de ataque contra as mulheres. O então estudante de medicina esfaqueou mais um homem na Cruz de Ferro, a vítima conseguiu fugir, Jorge Fernando chegou a ficar preso por 60 dias. Desde que a prisão preventiva foi decretada, o acusado estava foragido.

O médico foi levado para a Delegacia de Agudos e foi encaminhado para a cadeia de Avaí e, posteriormente, para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Bauru.

Em nota ao G1, a defesa do médico informou que o processo atualmente tramita em segredo de Justiça e que, por isso, não pode fornecer informações detalhadas sobre o caso. A nota diz ainda que ele “é inocente, não tem qualquer tipo de relação com acusação, e isso será provado no decorrer do processo”.

Já a prefeitura de Areiópolis, por meio, da Diretoria Municipal de Saúde, informou que mantém contrato com a empresa Serviços e Assistência Médica Bidim Lelis Ltda – EPP, e todos os médicos plantonistas que prestam serviços na unidade de saúde são contratados por esta empresa, não tendo qualquer vínculo com a administração municipal.

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