A Polícia Federal no Espírito Santo contará com um grupo especial para situações de maior risco. O anúncio foi feito pelo superintendente Eugênio Ricas. O Grupo de Pronta Intervenção (GPI) será treinado pelo Comando de Operações Táticas (COT) da PF, em Brasília.

A segunda etapa é a realização do teste físico, dos exames médicos e de higidez psicológica, da consulta à Corregedoria Regional e ao Setor de Inteligência Policial, com a validação dos resultados pelo Delegado Regional Executivo;
E a terceira etapa consiste na realização e aprovação em curso de formação ministrado pelo COT/DIREX/PF.
Em razão da pandemia, o treinamento com o Comando de Operações Táticas (COT) da PF, em Brasília, ainda não tem data definida para começar, mas, de acordo com a PF, o início será ainda este ano.
Segundo a PF, o grupo vai atuar em operações de maior risco e vai dar apoio à já anunciada força-tarefa contra o tráfico de armas e drogas no Estado.
“São consideradas operações de risco diferenciado aquelas que estejam acima da média das ações rotineiras, dentre elas (não somente): repressão a crimes violentos, em especial assaltos a bancos e roubo de cargas; escolta de presos de altíssima periculosidade; operações policiais em ambientes de altíssimo risco; prisão de policiais, atuando como equipe tática em apoio à equipe de polícia judiciária”, informou a assessoria da PF.