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Economia

Robôs vão aumentar produção de laticínios em fábrica no Sul do Estado

A cooperativa de laticínios Selita inaugura neste sábado (02) seu novo parque industrial, em Cachoeiro de Itapemirim, Sul do Estado. A estrutura ...

Nova fábrica vai funcionar sem parar, 24h por dia, com capacidade para beneficiar 850 mil litros de leite diários

Última atualização

A cooperativa de laticínios Selita inaugura neste sábado (02) seu novo parque industrial, em Cachoeiro de Itapemirim, Sul do Estado. A estrutura recebeu investimentos de R$ 130 milhões e tem capacidade para beneficiar diariamente até 850 mil litros de leite.

A indústria nova está situada no quilômetro 413 da BR-101 e conta com equipamentos modernos, como três robôs, adquiridos com o objetivo de diminuir custos e aumentar a eficiência da cooperativa que reúne 1,8 mil produtores de leite do Espírito Santo, Rio e Minas.

Para o presidente da Selita, Leonardo Monteiro, a nova indústria é um marco na história da cooperativa. “É uma estrutura mais moderna, com novos equipamentos, que vai dar produtividade e eficiência em todos os processos”, destacou.

Nova fábrica vai funcionar  sem parar, 24h por dia, com capacidade para beneficiar 850 mil litros de leite diários (Foto: Divulgação/ Selita)

Inicialmente, a cooperativa manterá sua captação atual de 300 mil litros de leite por dia, mas a previsão é expandir a produção.

Com uma história de 83 anos, a cooperativa atualmente tem seu parque industrial no bairro Campo Leopoldina, em Cachoeiro. Por estar numa região cercada de residências, a empresa encontrava dificuldade para crescer no local.

A Selita comercializa 85 produtos, com linha de leite UHT, achocolatado, vários tipos de queijos, iogurtes, requeijão, manteiga, doce de leite, creme de leite, leite em pó, entre outros. Atende ao Espírito Santo, parte do Rio e da Bahia.

Transferência

A produção será transferida por etapas, começando, no prazo de uma semana, a linha do leite UHT, que inclui achocolatado e creme de leite. Até dezembro, serão produzidos no novo espaço os frios, como queijos e manteiga. E por fim, seguirá a produção de leite em pó.

Na avaliação de Monteiro, as novas instalações vão permitir redução nos custos, o que não era possível na estrutura anterior. A empresa vai captar e tratar a água diretamente do rio, uma economia de R$ 500 mil mensais.

Além disso, a produção será sem interrupção, 24 horas. Na estrutura anterior, perto de residências, as atividades são encerradas às 18 horas.

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