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Polícia

Condenado por matar família em acidente, Dondoni continua preso em Minas Gerais

Continua preso no Centro de Remanejamento Provisório (Ceresp) de Ipatinga, em Minas Gerais, o empresário Wagner Dondoni. Ele foi condenado por matar ...

O comerciante Wagner José Dondoni de Oliveira será julgado 10 anos após acidente que matou três pessoas. (Foto: Marcelo Andrade/Arquivo AT 22/04/18)

Última atualização

O comerciante Wagner José Dondoni  de Oliveira será julgado 10 anos após acidente que matou três pessoas. (Foto: Marcelo Andrade/Arquivo AT 22/04/18) (Foto: Marcelo Andrade/Arquivo AT 22/04/18)Continua preso no Centro de Remanejamento Provisório (Ceresp) de Ipatinga, em Minas Gerais, o empresário Wagner Dondoni. Ele foi condenado por matar três pessoas da mesma família em um acidente na BR-101 – há mais de 10 anos.

O empresário foi preso em Coronel Fabriciano, cidade no interior de Minas Gerais. Dondoni se entregou à Delegacia de Polícia Civil da cidade de forma espontânea, depois que a Justiça determinou a sua prisão.

Por nota, a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) informou que Wagner José Dondoni de Oliveira está preso no Centro de Remanejamento Provisório (Ceresp) de Ipatinga desde o dia 08 deste mês. Sobre a transferência de Wagner para o Estado, informaram que a transferência interestadual de presos é acordada entre o Poder Judiciário e o sistema prisional de cada Estado.

E por questões de segurança, não informam detalhes sobre transferências de detentos.

Entenda o caso

No último dia (6) deste mês, o juiz Romilton Alves Vieira Junior, da 1° Vara Criminal de Viana, emitiu um mandado de prisão para o empresário, que estava solto desde fevereiro de 2020. A ordem de prisão, foi solicitada pelo Ministério Público do Estado (MPES).

Dondoni chegou a ficar preso por um ano, dois meses e 13 dias no Centro de Triagem de Viana (CTV), após a condenação, em 2018. No entanto, foi solto após o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de liberdade com base na decisão que absolveu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na época em que Dondoni foi solto, o advogado de defesa, Rogério Pires Thomaz, chegou a afirmar que a Justiça não estipulou nenhuma restrição a ele, como uso de tornozeleira eletrônica.

O empresário tentou recorrer da decisão em 2019, pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), o que foi negado. Após as duas tentativas, não cabe mais recurso e a pena final ficou definida em 26 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado.

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